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Vídeos, filmes e animações sobre a bacia do Xingu e seus povos.

O caminho para cuidar da terra, da floresta, dos rios e das pessoas
Instituto Socioambiental
19/12/2024

O caminho para cuidar da terra, da floresta, dos rios e das pessoas

Um momento histórico para o povo Mẽbêngôkre-Kayapó! O Plano de Gestão Territorial e Ambiental (PGTA) e o Protocolo de Consulta da Terra Indígena Kayapó se tornaram mais do que ferramentas de proteção: eles são símbolos de união e resistência. Em janeiro de 2024, a Aldeia Gorotire foi palco de um encontro inesquecível, reunindo mais de 500 Mẽbêngôkre-Kayapó de diferentes aldeias. Foi lá que as sete associações indígenas da TI Kayapó validaram o PGTA e o Protocolo de Consulta. Esse encontro marcou uma nova era de pactos pela proteção do território e do modo de vida Kayapó. Assista ao vídeo manifesto produzido pelos Comunicadores Mẽbêngôkre-Kayapó! Um registro poderoso do trabalho coletivo, das reflexões profundas e do compromisso de transformar memórias de destruição em força para proteger o presente e o futuro. Juntos, os Mẽbêngôkre-Kayapó reafirmam sua luta contra o garimpo ilegal e pela proteção da Terra Indígena Kayapó, demonstrando que a união entre líderes, jovens e guerreiros é a chave para a resistência e a renovação. Saiba mais: https://isa.to/3DsgMEA Ficha técnica: Direção geral: Kubekàkre Kayapó Roteiro: Pàtkôre Kayapó, Kubekàkre Kayapó e Beptemexti Kayapó Edição: Cama Leão Imagens: Bekwyjpoi Kayapó e Beptemexti Kayapó Locução: Bepberepati Kayapó Produção: Coletivo Beture e Rede Xingu+ #Kayapó #PGTA #ProtocoloDeConsulta #ResistênciaIndígena #ProteçãoTerritorial #ComunicaçãoIndígena
Pagamentos por Serviços Ambientais: trabalho que gera fartura e semeia vida!
Instituto Socioambiental
03/12/2024

Pagamentos por Serviços Ambientais: trabalho que gera fartura e semeia vida!

Com os seus sistemas agrícolas, as comunidades vêm gerando alimentos e fartura há centenas e, em alguns casos, milhares de anos, contribuindo com a diversidade de espécies, preservando a floresta, cuidando da água e regulando o clima. Se serviços é trabalho e ambiental é natureza, os sistemas agrícolas e de conhecimentos de povos indígenas e comunidades tradicionais são a base para a construção políticas, programas e projetos de Pagamentos por Serviços Ambientais (PSA). O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) nos permite reconhecer e retribuir as comunidades por esses trabalhos de conservação. A Lei Nº 14.119 de 2021 define Serviços Ambientais como “atividades individuais ou coletivas que favorecem a manutenção, a recuperação ou a melhoria dos serviços ecossistêmicos”, enquanto serviços ecossistêmicos são “benefícios relevantes para a sociedade gerados pelos ecossistemas, em termos de manutenção, recuperação ou melhoria das condições ambientais”. E não é esse o fruto dos modos de vida e trabalho dos povos e comunidades tradicionais? Ficha técnica: Realização: Instituto Socioambiental (ISA) Direção geral: Jeferson Camarão Straatmann e Ana Amélia Hamdan Gontijo Produção: Cama Leão Direção e Animação: João Maia Produção Executiva: Maica Alves Coordenação: Natalia Rodrigues Direção de Arte e ilustrações: Davis Sousa e Mariana Abasolo Roteiro: Ana Paula Anderson Edição: Erik Vesch Locução: Elisângela Baré Trilha Sonora: Siba Parceria: Observatório da Sociobiodiversidade, Rede Origens Brasil Apoio: Rainforest Foundation Norway
Ribeirinhos e indígenas lutam pela vida do Rio Xingu | #PulsaXingu
Instituto Socioambiental
27/07/2023

Ribeirinhos e indígenas lutam pela vida do Rio Xingu | #PulsaXingu

Os impactos desastrosos que a Usina Hidrelétrica de Belo Monte causou na Volta Grande do Xingu continuam ameaçando o rio, a floresta, os peixes e os povos que ali vivem. Desde 2015, a usina desvia 80% da água da região para movimentar suas turbinas. Para quem vive na Volta Grande do Xingu isso significa roubar a água: roubar a sua fonte de vida. Em 2014, povos indígenas, ribeirinhos e pesquisadores passaram a monitorar de forma independente os impactos da usina na região e criaram o Monitoramento Ambiental Territorial Independente da Volta Grande do Xingu. Baseados em estudos colaborativos e critérios ecológicos, eles criaram uma alternativa para manter a vida na Volta Grande do Xingu: o Hidrograma das Piracemas. ele estabelece volumes mais adequados para as vazões de água e os períodos do ano em que elas devem ocorrer para garantir os ciclos vitais dos peixes. É imprescindível que o pulso artificial do rio seja mais parecido com o pulso natural. Saiba mais: https://isa.to/3Qc0NhZ Ficha técnica: Realização: Instituto Socioambiental (ISA) Produção: Cama Leão e Instituto Socioambiental (ISA) Direção e Montagem: João Maia Produção Executiva: Maica Alves Coordenação: Natalia Rodrigues Roteiro: Ana Paula Anderson Direção de Arte e rotoscopia: Adams Carvalho Animação: João Maia e Adams Carvalho Narração: Erik Vesch Músicas: "Ãwã pãre" - Are Juruna "Ude Lawila Maku" - releitura e interpretação da canção do Povo Yudjá (Juruna) por Marlui Miranda