ECONOMIA DA FLORESTA

O artesanato é produzido pelas associaçõesTulukai, AIK, Tapawia, Yarikayu, Iakiô, Atix, Floresta Protegida e Instituto Kabu.

Resex Riozinho do Anfrísio, Resex Rio Iriri e Resex Rio Xingu e Terras Indígenas (TIs) Xipaya, Kuruaya, Paquiçamba, Trincheira Bacajá, Menkragnoti, Kayapó, Baú, Panará e Território Indígena do Xingu.

O artesanato possui valor não somente em si, mas representa, durante todo o processo produtivo, uma tradução dos modos de fazer ancestrais e carregam a história do povo e das pessoas que o produzem. O fazer artesanal se relaciona com os conhecimentos sobre o manejo das espécies vegetais, o transporte e armazenamento das matérias primas, o uso de técnicas ancestrais associados às novas tecnologias. 

Nesse processo, novas matérias primas são testadas e a arte se transforma ao longo do tempo, fruto das dinâmicas que o envolvem, ao mesmo tempo em que fortalece as bases culturais que o inspiram. Dentre os tipos de artesanato realizado pelas populações indígenas do Xingu destacam-se: adornos, artefatos, vestimentas, instrumentos, objetos rituais, utilitários e decorativos.

A produção de artesanato ocupa um papel importante na economia familiar de vários povos da bacia do Xingu. No entanto, a sazonalidade da produção, a intermitência do mercado e fatores ligados a logística, estratégia de comercialização, questões tributárias e restrições legais aos artefatos que usam matéria-prima de animais silvestres acabam por restringir seu potencial comercial. 


...
...
...
...
...



PALAVRAS CHAVE

Bem-vindo à
Rede Xingu+

Construída em tempo recorde, a usina de Belo Monte está
sendo construída sem licenciamentos exigidos por lei